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 Metodologias ativas despertam o protagonismo desde a infância

Protagonismo infantil nasce com a participação ativa

21/07/2025

Explorar, testar, errar e tentar de novo: esses movimentos naturais da infância são também os pilares das metodologias ativas. Quando aplicadas na educação infantil, essas estratégias favorecem uma aprendizagem mais profunda, envolvente e duradoura, em que a criança participa com liberdade e curiosidade do próprio processo de construção do conhecimento.

Diferente do modelo tradicional, no qual o professor transmite o conteúdo e os alunos apenas absorvem, as metodologias ativas colocam as crianças no centro da experiência. Isso significa permitir que elas façam perguntas, escolham caminhos, investiguem possibilidades e construam sentido por meio da prática, do jogo, da troca e da criação.

“Quando uma criança tem a chance de experimentar e refletir sobre o que faz, ela aprende com mais autonomia e significado”, explica Carol Lyra, diretora pedagógica do Colégio Anglo Sorocaba. Para ela, esse modelo favorece o protagonismo infantil ao estimular a tomada de decisões, o trabalho em grupo e o respeito aos ritmos individuais de aprendizagem.

Entre as estratégias mais utilizadas estão a aprendizagem baseada em projetos, a rotação por estações, a cultura maker, o storytelling e o aprendizado entre pares. Essas abordagens envolvem as crianças em atividades concretas, que as desafiam a pensar, colaborar e propor soluções. A ideia não é apenas executar tarefas, mas entender por que e como algo funciona, conectando a experiência com o cotidiano.

O brincar, nesse contexto, ganha um papel ainda mais relevante. Jogos educativos, contação de histórias com participação ativa, atividades de investigação com materiais simples e desafios em grupo são recursos eficazes para desenvolver competências cognitivas, sociais e emocionais. Esses momentos ampliam o repertório, fortalecem a autoestima e mostram que aprender pode ser prazeroso.

Para que essas metodologias funcionem de forma eficaz, o papel do educador é repensado. Em vez de assumir o centro da aula, o professor passa a ser um mediador atento, que observa, propõe, escuta e orienta. Essa mudança exige preparo, planejamento e sensibilidade para oferecer experiências que façam sentido para cada grupo de alunos.

As metodologias ativas, além de respeitarem o modo como as crianças se desenvolvem, também criam um ambiente escolar mais vivo e participativo. Os alunos se tornam mais interessados, criativos e confiantes, porque percebem que sua voz tem valor e que suas ações fazem diferença. É assim que nasce o protagonismo — não como imposição, mas como consequência de uma infância vivida com liberdade para aprender de verdade.

Para saber mais sobre metodologias ativas, visite https://querobolsa.com.br/revista/metodologias-ativas-veja-6-exemplos-e-confira-os-seus-beneficios e https://novaescola.org.br/conteudo/21327/gamificacao-sugestao-para-usar-a-metodologia-ativa-na-alfabetizacao

 


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