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Anglo Sorocaba - Blog

Curiosidade infantil: como a família faz a diferença

Perguntas como "por que o céu é azul?" ou "de onde vêm os bebês?" costumam pegar os pais de surpresa — e a reação a essas perguntas importa mais do que a maioria imagina. A curiosidade infantil é um motor poderoso do aprendizado, e pesquisas indicam que ela pode ser tão determinante para o desempenho escolar quanto a inteligência. O ambiente familiar é o primeiro espaço onde essa curiosidade é acolhida ou desestimulada. Crianças observam o mundo com olhos investigativos desde cedo. Elas tocam, testam, quebram e experimentam para entender como as coisas funcionam. Quando os adultos ao redor respondem a esse comportamento com paciência e encorajamento, a criança aprende que perguntar é valioso. Quando encontram impaciência ou respostas cortantes, aprendem a calar. O que acontece no cérebro quando a curiosidade é despertada Pesquisadores da Universidade da Califórnia identificaram que a curiosidade coloca o cérebro em um estado especialmente receptivo à aprendizagem. Usando ressonância magnética, observaram que, ao se sentir intrigado por uma pergunta, o cérebro ativa tanto o hipocampo — área responsável pela formação de memórias — quanto o circuito de recompensa, que libera dopamina, a mesma substância associada ao prazer. Na prática, isso significa que uma criança curiosa não aprende apenas o conteúdo que a intrigou: ela fica mais preparada para absorver qualquer informação apresentada naquele momento. A curiosidade não é só uma porta de entrada para um assunto específico; ela abre o cérebro como um todo. O papel insubstituível da família "A família é o primeiro laboratório de curiosidade da criança", afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba. "Quando os pais embarcam junto nas perguntas dos filhos, sem pressa por respostas prontas, estão ensinando que descobrir é tão importante quanto saber." Famílias que pesquisam junto com as crianças, que consultam livros, vídeos educativos e fontes confiáveis na internet, criam um modelo de comportamento que vai muito além da resposta imediata. A criança aprende que ninguém precisa saber tudo — e que buscar conhecimento é uma prática natural e prazerosa. Nem sempre os pais têm as respostas. E não precisam ter. O mais valioso é a disposição de investigar junto: abrir uma enciclopédia, fazer uma pesquisa, assistir a um documentário. Esse processo compartilhado fortalece o vínculo familiar e mostra, na prática, que aprender é algo que se faz ao longo da vida inteira — não só na escola. Atitudes simples que fazem diferença em casa Algumas práticas cotidianas ajudam a manter a curiosidade ativa sem exigir grandes preparativos. Quando a escola propõe atividades como a "pergunta da semana" — uma questão investigativa para ser respondida com apoio da família —, a participação dos pais enriquece muito o resultado. A criança chega à escola com hipóteses, informações novas, e frequentemente com mais perguntas do que respostas. Criar o hábito de conversar sobre o dia, fazer perguntas sobre o que a criança viu, ouviu ou pensou, valoriza o olhar investigativo dela. Uma visita a um museu, uma caminhada num parque com atenção aos insetos e plantas, ou mesmo uma receita de cozinha que envolva medir e misturar ingredientes podem ser experiências ricamente educativas quando conduzidas com curiosidade. "Quando os pais mostram que também têm dúvidas e que aprender é algo contínuo, tiram da criança a pressão de precisar saber tudo — e isso a libera para perguntar mais", acrescenta Carol Lyra. Curiosidade e escola: uma parceria que precisa da família A escola tem papel central no estímulo ao pensamento investigativo, mas seu trabalho é amplificado quando a família está envolvida. O modelo pedagógico que valoriza perguntas, experimentos e investigações — em linha com o que propõe a BNCC — funciona melhor quando os alunos chegam em casa e encontram adultos dispostos a continuar o assunto. Teorias consagradas da educação reforçam essa visão. Para Vygotsky, o conhecimento se desenvolve na troca com outras pessoas, e o ambiente familiar é o primeiro e mais duradouro desses espaços de troca. Piaget, por sua vez, mostrou que nenhum conhecimento novo se instala sem que haja algo anterior com o qual o novo possa se conectar — e são as experiências em casa que constroem boa parte dessas bases. Crianças que crescem em ambientes onde as perguntas são bem-vindas chegam à escola mais preparadas para se engajar com conteúdos desafiadores. E alunos engajados aprendem com mais profundidade e retenção — não porque são mais inteligentes, mas porque o cérebro curioso simplesmente funciona melhor. Manter a chama acesa à medida que a criança cresce Conforme os filhos crescem, os interesses mudam e a dinâmica familiar se transforma. Manter a curiosidade viva na adolescência exige adaptações, mas o princípio continua o mesmo: tratar as perguntas com seriedade, conectar o conhecimento à vida real e evitar respostas que encerrem o assunto antes que ele possa se expandir. Pesquisadores ainda estudam por que algumas pessoas mantêm a curiosidade mais intensa ao longo da vida. O que já se sabe é que o ambiente nos primeiros anos tem peso significativo nesse desenvolvimento. Crianças que aprenderam cedo que perguntar vale a pena tendem a carregar esse hábito por muito tempo. A curiosidade que move as grandes descobertas científicas começa, na maioria dos casos, numa pergunta simples feita em casa — e numa resposta que não encerrou o assunto, mas abriu uma porta. Para saber mais sobre curiosidade, visite https://porvir.org/por-curiosidade-melhora-aprendizagem/ e https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/biologia/importancia-da-pratica-cientifica-para-a-construcao-do-conhecimento-no-ensino-de-ciencias.htm


25 de fevereiro, 2026

Educação física na infância é muito mais do que você imagina

Este ano, o esporte ganhou ainda mais destaque no mundo inteiro com as Olimpíadas de Inverno e a Copa do Mundo, dois eventos que despertam paixão, torcida e inspiração em milhões de pessoas. Quando vemos atletas competindo, superando desafios e representando os países, é impossível não pensar: tudo isso começou lá atrás, na infância. Mas a verdade é que educação física na infância é muito mais do que formar atletas. É formar pessoas! No Colégio Anglo Sorocaba, o esporte é levado a sério, de um jeito inteligente, cuidadoso e adequado para cada fase da vida.   O começo de tudo Na Educação Infantil, não existe campeonato de vôlei ou treino de basquete. E isso é proposital! A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) organiza o aprendizado das crianças pequenas em campos de experiências. Um deles se chama “Corpo, gestos e movimentos”. Isso mostra como o movimento é essencial no desenvolvimento infantil. A criança aprende com o corpo inteiro. Correr, pular, rolar, equilibrar, arremessar, rastejar. Tudo isso ajuda no desenvolvimento da coordenação motora, da percepção espacial e até da autonomia. Nessa fase, a criança ainda está desenvolvendo suas habilidades motoras básicas. Por isso, colocá-la muito cedo em um único esporte, repetindo sempre os mesmos movimentos, pode não ser o ideal. Além de ainda não ter coordenação suficiente para esportes formais, ela pode sobrecarregar articulações com movimentos repetitivos. O mais saudável na primeira infância é experimentar, variar, descobrir possibilidades. O corpo precisa viver diferentes desafios para se desenvolver de forma equilibrada.   Educação física que faz parte do todo No Anglo Sorocaba, a educação física na Educação Infantil não é uma aula isolada na grade. Ela é transversal. Isso significa que ela faz parte dos projetos que envolvem todas as disciplinas. Funciona assim: quando um projeto é desenvolvido, todos os professores especialistas participam. A educação física entra com intencionalidade pedagógica, conectada ao tema trabalhado. Um exemplo do Anglo Sorocaba é o projeto sobre uma tartaruguinha marinha. As crianças conhecem a história, aprendem sobre o habitat, veem no Google Maps onde fica a Praia do Forte, utilizam óculos de realidade virtual para “mergulhar” com as tartarugas, fazem músicas, produções artísticas com conchas e estrelas do mar. E na educação física? O professor propõe um pega-pega em que metade da turma representa os caranguejos e a outra metade, as tartaruguinhas recém-nascidas. Durante a brincadeira, além do movimento, elas aprendem sobre predador e presa. Isso é metodologia ativa de verdade: a criança aprende fazendo, vivendo, experimentando. O movimento tem intenção, não é só “gastar energia”. “Quando a criança se movimenta com propósito, ela não está só brincando. Ela está construindo conhecimento, desenvolvendo habilidades sociais e aprendendo a se relacionar com o mundo”, explica a diretora geral da escola Carol Lyra.   Valorização do esporte e união com as famílias O colégio integra o esporte transformando-o em experiência concreta para alunos e famílias. Um exemplo disso foi o “Feras na Prainha”, festa de encerramento do ano letivo da Educação Infantil e do 1º ano, que reuniu crianças, pais e responsáveis em um dia cheio prática esportiva, alegria e interação. Durante o evento, alunos e familiares exploraram juntos as quadras de areia, se desafiaram no salto em distância, experimentaram o arremesso de peso e se divertiram com pickleball. Na quadra coberta, ping pong e totó completaram a programação. Cada atividade foi pensada para unir esporte, brincadeira e convivência, mostrando na prática que a escola coloca em ação aquilo que acredita: o esporte motiva, aproxima e proporciona uma vivência feliz para todas as idades. Esporte  A partir do Ensino Fundamental, as práticas esportivas começam a ganhar formato mais estruturado. Aí sim entram modalidades como vôlei, basquete, futebol e outras atividades competitivas - tudo respeitando o desenvolvimento da faixa etária. O Anglo Sorocaba conta com uma megaestrutura esportiva e oferece modalidades variadas, como atletismo e até pickleball, uma modalidade que cresce no mundo todo. Você pode conhecer mais em Pickleball | Colégio Anglo Sorocaba e nesta outra matéria sobre as aulas de atletismo.    Além disso, os alunos participam de competições internas e externas, como o JOCA e o JOQUINHA, que estimulam espírito de equipe, disciplina e respeito às regras. Saiba mais em Competições esportivas | Colégio Anglo Sorocaba. O esporte, nessa fase, ensina muito além da técnica. Ensina a ganhar e a perder, persistência e que treino gera resultado.   Muito além da medalha Seja na Educação Infantil ou no Ensino Fundamental, o esporte no Anglo Sorocaba tem um propósito maior: formar pessoas completas. Ele desenvolve habilidades socioemocionais, fortalece amizades, melhora a autoestima e ajuda a criança a entender seus próprios limites e potencialidades. Assim, educação física na infância é sobre preparar o corpo para aprender, a mente para pensar e o coração para sentir. E, a partir desse alicerce, o esporte surge como uma continuidade natural desse processo, ampliando experiências, fortalecendo valores e ensinando disciplina, cooperação e respeito. Veja mais sobre a valorização do esporte no nosso blog: Novidades no esporte | Colégio Anglo Sorocaba e Esporte | Colégio Anglo Sorocaba.


23 de fevereiro, 2026

Esportes coletivos e desenvolvimento socioemocional na escola

Esportes coletivos ensinam, na prática, o que nenhuma aula expositiva consegue transmitir com a mesma eficiência: como agir em grupo, lidar com pressão, aceitar erros e reconstruir estratégias em tempo real. Quando uma criança aprende a passar a bola no momento certo ou a reposicionar a defesa após sofrer um ponto, ela está desenvolvendo habilidades que vão muito além da técnica esportiva. A pesquisa científica confirma o que educadores observam no dia a dia. Estudos em psicologia do desenvolvimento apontam que a prática regular de esportes coletivos fortalece competências socioemocionais como empatia, autorregulação, tolerância à frustração e capacidade de trabalho em equipe — habilidades identificadas por organizações como a OCDE e o Fórum Econômico Mundial entre as mais relevantes para o século XXI. O que acontece dentro do jogo Em um jogo de basquete, handebol ou futebol, o estudante enfrenta dezenas de microdecisões por minuto. Esperar a jogada certa ou arriscar agora? Chamar o colega ou conduzir sozinho? Reclamar do erro alheio ou reorganizar a marcação? Cada escolha tem consequência imediata e visível, o que torna o esporte um ambiente de aprendizado especialmente eficaz: o feedback é instantâneo e concreto. Esse ritmo de decisões treina as chamadas funções executivas — conjunto de habilidades cognitivas que inclui planejamento, controle de impulsos, atenção seletiva e flexibilidade mental. Pesquisas da neurociência mostram que crianças e adolescentes que praticam esportes coletivos com regularidade apresentam melhor desempenho nessas funções, o que se reflete também no rendimento acadêmico. Emoções em campo A ansiedade antes de uma partida, a euforia de um gol e a decepção de uma derrota são experiências emocionais intensas — e por isso mesmo, pedagogicamente valiosas. O esporte oferece um contexto seguro para que crianças e adolescentes aprendam a nomear o que sentem, a regular reações e a agir com equilíbrio mesmo em situações adversas. "A vivência esportiva ensina que o erro faz parte do processo e que a superação é construída coletivamente", afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba. "Quando o estudante aprende isso na quadra, ele leva esse aprendizado para todas as outras áreas da vida", complementa. A tolerância à frustração é uma das competências mais difíceis de desenvolver e uma das mais requisitadas na vida adulta. O esporte coloca o estudante diante da derrota de forma recorrente e estruturada, com regras claras e um contexto de recomeço garantido. Isso normaliza o fracasso como parte do processo — uma lição que extrapola qualquer modalidade. Cooperação não é instinto, é aprendizado Trabalhar em equipe parece simples, mas exige habilidades que precisam ser ensinadas e praticadas. No esporte coletivo, a cooperação é condição para o jogo existir. Não há vitória individual em um time de vôlei ou futsal — o resultado depende da combinação de funções, da confiança entre os jogadores e da disposição de cada um em ajustar seu papel ao que o grupo precisa. Esse processo desenvolve no estudante a capacidade de reconhecer as habilidades do outro, de comunicar expectativas com clareza e de ceder quando necessário. São atitudes que reaparecem em trabalhos escolares em grupo, em projetos colaborativos e, mais tarde, em ambientes profissionais. A liderança também emerge de forma natural nesse contexto — e não necessariamente recai sempre sobre o mesmo estudante. Em diferentes momentos do jogo, diferentes perfis são convocados: quem organiza a defesa, quem motiva o time após um ponto sofrido, quem propõe a mudança de tática no intervalo. Liderar e seguir com responsabilidade são habilidades que se alternam e se complementam. A fase certa para cada experiência A introdução aos esportes coletivos deve respeitar o desenvolvimento de cada faixa etária. Na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental, o foco está na brincadeira ativa, no repertório motor amplo e nas primeiras noções de regras e cooperação — sem cobranças de desempenho ou especialização precoce. Nos anos finais do Fundamental e no Ensino Médio, as regras e táticas ganham complexidade, e os treinos podem ser mais estruturados. Mesmo assim, o objetivo pedagógico deve prevalecer sobre a lógica do alto rendimento. Escolas que empurram estudantes para a especialização precoce e para volumes de treino incompatíveis com a idade produzem efeitos opostos aos desejados: lesões, abandono da prática e aversão ao movimento. A diversidade de modalidades, especialmente nas fases iniciais, é mais produtiva do que a especialização em um único esporte. Ela amplia o repertório motor, favorece a descoberta de preferências e talentos e mantém o prazer como motor da prática. O papel da família A postura dos pais diante do esporte influencia diretamente a relação da criança com a atividade. Pressão por vitórias, comparações com outros estudantes e expectativas de carreira profissional precoce transformam o que deveria ser prazer em obrigação — e frequentemente afastam as crianças da prática. "O esporte na escola não é um trampolim para o profissionalismo. É um espaço de formação humana, e os pais são parceiros fundamentais nesse processo", reforça Carol Lyra. O que mais contribui, do lado de casa, é garantir o básico: sono regular, alimentação adequada, encorajamento centrado no esforço e no aprendizado — não no placar — e interesse genuíno pelo processo. Perguntar "o que você aprendeu hoje?" em vez de "vocês ganharam?" já muda a perspectiva da criança sobre o que está em jogo. Além da quadra Os efeitos do esporte coletivo não ficam restritos aos momentos de jogo. Estudantes que vivenciam cooperação esportiva tendem a colaborar de forma mais organizada em atividades escolares, distribuindo funções, respeitando combinados e assumindo responsabilidades com mais naturalidade. A autoconfiança construída a partir de evidências concretas de progresso — um fundamento que melhorou, uma jogada executada com precisão, uma liderança exercida com eficácia — protege contra o desânimo e fortalece o vínculo do estudante com a escola. E o pertencimento escolar, como mostram estudos na área, é um dos fatores mais consistentemente associados à redução da evasão e ao engajamento acadêmico. Quando os esportes coletivos ocupam um lugar consistente na rotina escolar, a quadra deixa de ser apenas um espaço de recreação e passa a ser um dos ambientes mais ricos de aprendizagem que a escola pode oferecer. Para saber mais sobre esportes, visite https://institutopensi.org.br/a-importancia-dos-jogos-coletivos-para-as-criancas-e-adolescentes/ e https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/03/25/mais-saude-menos-telas-beneficios-de-esportes-coletivos-para-adolescentes.htm  


20 de fevereiro, 2026

Como o erro se transforma em ferramenta de aprendizagem na educação

Crianças e adolescentes não aprendem em linha reta. O processo de construção do conhecimento envolve tentativas, ajustes e recomeços. Quando um estudante erra, ele não fracassa: revela como está pensando, quais hipóteses está testando e onde precisa de apoio. Essa leitura do erro como etapa natural da aprendizagem transforma a sala de aula em espaço de investigação, não de julgamento. Durante décadas, o modelo escolar brasileiro privilegiou a verificação isolada de resultados. Provas e notas serviam para classificar, comparar e premiar quem acertava na primeira tentativa. Esse sistema criou efeitos conhecidos: medo de se expor, redução da curiosidade e uma relação instrumental com o estudo. Alunos aprendiam para "passar", não para compreender. O erro virava rótulo, não pista para intervenção pedagógica. A mudança começa quando a escola substitui a lógica da punição pela lógica do diagnóstico. A avaliação continua necessária, mas com outra finalidade: identificar como cada estudante raciocina, qual conceito ainda não se consolidou e qual situação pode provocar avanço real. Essa abordagem não elimina critérios nem relativiza objetivos. Pelo contrário, torna o rigor possível sem humilhação. Teoria que sustenta a prática A psicologia do desenvolvimento oferece fundamentos sólidos para essa mudança. Jean Piaget demonstrou que a aprendizagem acontece quando a pessoa assimila informações novas aos esquemas que já possui ou quando acomoda esses esquemas para lidar com situações que não se ajustam ao que sabia. O desequilíbrio diante do erro funciona como gatilho para reorganizar o pensamento. Lev Vygotsky, por sua vez, apresentou o conceito de zona de desenvolvimento proximal: o espaço entre o que o estudante consegue fazer sozinho e o que consegue realizar com apoio. O professor atua nesse intervalo, oferecendo perguntas, exemplos e desafios que ampliam as possibilidades do aluno. Esses dois referenciais não competem. Juntos, sustentam uma prática que respeita ritmos individuais e, ao mesmo tempo, provoca desafios possíveis. "Quando compreendemos que o erro revela o raciocínio em construção, deixamos de ver o engano como problema e passamos a usá-lo como ferramenta de ensino", afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba. Essa perspectiva exige do professor a habilidade de escutar como os alunos pensam, identificar padrões e ajustar intervenções. Diferentes tipos de erro pedem diferentes respostas Nem todo engano tem a mesma natureza. Há erros de atenção, que desaparecem quando o estudante revisa com calma. Há equívocos de interpretação do enunciado, que exigem treino em compreensão de texto. Há falhas conceituais, que pedem retomada do conteúdo com outras explicações. E existem os erros construtivos, nos quais o aluno usa lógica coerente com o que sabe para resolver problemas novos. Nesse último caso, o papel do professor muda. Em vez de apenas corrigir, ele valoriza a hipótese do estudante, mostra seus limites e propõe comparações que levam ao refinamento da ideia. Essa interação transforma o erro em material de estudo e ensina o aluno a pensar sobre o próprio pensamento. A troca entre pares acelera esse processo. Quando grupos debatem soluções, cada participante precisa argumentar, ouvir o outro e revisar escolhas. O ambiente deixa de premiar o "acerto de primeira" e passa a valorizar a consistência do raciocínio. Com menos receio de errar em público, os estudantes testam, perguntam e tentam novamente. Avaliação formativa no lugar da verificação isolada Para que o erro se torne instrumento de aprendizagem, a escola precisa revisar sua cultura avaliativa. Provas continuam úteis, mas não podem ser o único recurso. Trabalhos de projeto, produções escritas, explicações orais e devolutivas curtas ao longo do bimestre formam um retrato mais fiel do percurso de cada aluno. O feedback objetivo ocupa o centro dessa mudança. Uma devolutiva que mostra onde o raciocínio funcionou e onde precisa de ajuste orienta o próximo passo. Comentários vagos desmotivam. Comentários precisos ensinam. Quando a escola organiza rotinas regulares de devolutiva, a sala se torna mais participativa e o estudo em casa ganha direção. A nota final, quando necessária por exigência institucional, passa a ser síntese de um percurso acompanhado, não veredito isolado. O estudante entende o que já domina, o que ainda não domina e o que pode fazer para avançar. Essa clareza desenvolve autorregulação: a capacidade de controlar impulsos, revisar etapas críticas e decidir quando pedir ajuda. Ganhos que ultrapassam o conteúdo Os benefícios comportamentais e socioemocionais são evidentes. Ao lidar com o erro de forma orientada, os estudantes desenvolvem tolerância à frustração. Percebem que a dificuldade é estágio, não sentença. Fortalecem autoconfiança ao notar progresso mensurável. Aprendem a regular emoções em momentos de prova, apresentação ou conflito. A motivação também se transforma. Quando o estudo faz sentido, o engajamento deixa de ser puramente externo. Projetos e práticas conectam teoria e ação. O estudante enxerga a utilidade do que aprende e se interessa pelo processo, não apenas pelo resultado imediato. Essa lógica pode transitar para qualquer disciplina, desde que a proposta didática convide ao raciocínio e permita diferentes caminhos para chegar à resposta. A mudança de cultura também protege a autoestima. Quando o erro deixa de etiquetar pessoas e passa a qualificar respostas, a comparação improdutiva perde força. Os alunos se veem como autores em processo e reconhecem o valor do esforço contínuo. Isso reduz ansiedade crônica antes de avaliações e melhora o clima de sala. Parceria entre família e escola Pais e responsáveis influenciam a relação da criança com o erro quando reagem com calma, pedem que o filho explique o que tentou fazer e valorizam a persistência. A conversa em casa não precisa transformar pais em professores. Basta que o adulto se interesse, ajude a organizar a rotina e evite rótulos. Dizer que alguém "não nasceu para matemática" ou "é ruim de redação" cristaliza identidades e limita escolhas. Dizer que um conteúdo ainda não ficou claro, propor retomadas curtas e acompanhar prazos ajuda a construir constância. Perguntas simples sobre o que foi aprendido no dia e sobre o que precisa de reforço sustentam o acompanhamento familiar. O professor, por sua vez, ajusta a intervenção ao nível de autonomia do estudante. Em alguns casos, uma pergunta dispara a revisão. Em outros, é preciso modelar um procedimento e convidir a turma a repetir com variações. A clareza sobre o objetivo de aprendizagem do dia faz diferença. Quando a turma sabe o que está tentando alcançar, fica mais fácil entender por que determinada resposta ainda não atende ao critério. Gestão escolar que sustenta a mudança A gestão pode apoiar essa transformação ao criar rotinas que sustentem o acompanhamento. Reuniões pedagógicas focadas em análise de produções dos alunos, combinadas com momentos de planejamento conjunto, alinham expectativas. Políticas internas que reservem tempo para devolutivas mostram que a instituição leva a sério a avaliação formativa. Quando o calendário pressiona apenas por número de provas e prazos de lançamento de notas, a prática formativa perde espaço. Quando o calendário protege momentos de observação, feedback e recuperação, a aprendizagem melhora. A escola que ensina apenas para testes padronizados empobrece a experiência dos alunos e desvaloriza competências que não cabem em prova única. A linguagem emocional que circula nos corredores também importa. Deboche e ironia bloqueiam a participação. O caminho oposto não é ambiente permissivo, mas ambiente respeitoso, com limites claros e abertura para perguntar. O estudante entende que pode errar no processo, mas também entende que deverá revisar, reescrever e apresentar novamente quando necessário. Professores que também aprendem com erros A escola que assume essa postura humaniza o professor. Docentes erram. Planejam atividades que não funcionam, subestimam o tempo, escolhem exemplos pouco claros. Quando admitem equívocos e mostram como corrigem, dão exemplo de responsabilidade intelectual. O aluno aprende que conhecimento é construção coletiva e que qualquer adulto sério revê posição diante de bons argumentos. Na prática, a transformação começa com gestos simples. O professor devolve uma avaliação com comentários específicos e convida a turma a refazer apenas a parte em que houve falha conceitual. A equipe de área combina critérios comuns de qualidade e compartilha com os alunos antes da atividade. A escola cria espaço regular para revisão, com apoio de plantões ou tutoria. Com o tempo, a própria turma passa a identificar padrões de erro. Alunos notam que caem nos mesmos tropeços e criam estratégias de checagem. Esse "olhar para o próprio erro" é o início da autorregulação. O estudante aprende a controlar o impulso de responder rápido, a revisar uma etapa crítica e a decidir quando pedir ajuda. Essa habilidade vale para a vida toda. O resultado compensa. Salas mais engajadas, alunos mais autônomos e professores mais próximos do pensamento da turma formam um ciclo virtuoso. A escola ensina conteúdos, mas ensina também como aprender, como pensar criticamente, como lidar com frustração, como insistir com método. O estudante sai preparado para enfrentar situações novas porque praticou exatamente isso: formular hipóteses, testar, errar, ajustar e seguir. Para saber mais sobre aprendizagem, visite https://brasil.bettshow.com/bett-blog/pedagogia-erro e https://institutoayrtonsenna.org.br/aprender-errando-como-a-resiliencia-emocional-contribui-para-a-motivacao-para-aprender/  


18 de fevereiro, 2026

Diretora participa do Clube Líderes da EXAME e Faculdade Saint Paul

O Anglo Sorocaba esteve entre as instituições convidadas para o segundo encontro do Clube Líderes de Impacto na Educação, iniciativa da EXAME em parceria com a Saint Paul Escola de Negócios. O evento reuniu diretores e gestores de escolas reconhecidas nacionalmente para discutir temas estratégicos do Ensino Médio e Superior, liderança na era da inteligência artificial e as tendências que devem impactar a educação a partir de 2026. A diretora geral, Carol Lyra, que representou o Anglo Sorocaba, afirmou que participar do encontro é motivo de orgulho. “Compreender o cenário, trocar experiências e analisar tendências nos ajuda a fortalecer o trabalho que já desenvolvemos e a planejar novas iniciativas com foco no futuro”, destacou. A proposta do clube é promover reuniões periódicas entre lideranças educacionais, criando um ambiente para troca de experiências. A condução ficou a cargo de José Securato, CEO da Saint Paul Escola de Negócios e CEO da Exame Educação. Também estiveram presentes representantes de instituições de referência nacional, como o Colégio Dante Alighieri, Colégio São Luís, Grupo Marista, Colégio Santo Américo, Colégio Vera Cruz, Colégio Palmares e Colégio Santa Cruz. A diversidade de perfis ampliou a troca de práticas e estratégias adotadas em diferentes contextos.   Temas O segundo encontro do Clube Líderes de Impacto na Educação aprofundou discussões iniciadas na reunião anterior. Entre os principais temas: o futuro do Ensino Médio, as transformações no Ensino Superior e o papel da liderança educacional diante do avanço da inteligência artificial. Diretores analisaram como incorporar recursos tecnológicos de maneira responsável, preservando o protagonismo do estudante e o papel mediador do professor. O debate considerou tanto oportunidades quanto desafios éticos e pedagógicos. Outro eixo abordou a reorganização do Ensino Médio frente às novas exigências das universidades. O grupo discutiu a necessidade de currículos que conciliem base acadêmica sólida, desenvolvimento de competências socioemocionais e experiências extracurriculares relevantes.   Novos modelos de vestibular Carol Lyra destacou a importância de preparar os estudantes para múltiplos formatos de ingresso ao Ensino Superior. O cenário atual reúne tanto exames tradicionais quanto processos seletivos que avaliam o percurso do aluno de maneira mais ampla. “Reforcei a necessidade de manter um Ensino Médio que prepare o estudante para vestibulares como ENEM, Fuvest e Unicamp, mas também para seleções que analisam currículo, projetos, atividades extracurriculares e experiências formativas. Hoje, universidades como a própria Saint Paul e outras instituições valorizam trajetória acadêmica, participação em olimpíadas, voluntariado, intercâmbios, atividades culturais e envolvimento esportivo”, afirma a diretora. Esse movimento já reflete mudanças no Ensino Superior brasileiro. Instituições como o Insper e o Einstein vêm adotando processos seletivos que incluem etapas adicionais, entrevistas e análise de perfil. A própria Saint Paul, que consolidou sua atuação na formação executiva, iniciou recentemente cursos de graduação, ampliando sua presença no ensino superior e incorporando modelos de seleção alinhados a competências e trajetória do candidato. Para o Anglo Sorocaba, acompanhar essa transição significa revisar práticas e fortalecer oportunidades que ampliem o repertório dos estudantes. O colégio busca oferecer preparação consistente para exames de larga escala, ao mesmo tempo em que incentiva participação em olimpíadas acadêmicas, projetos sociais, atividades culturais e esportivas.   Educação e futuro Para as famílias do Anglo Sorocaba, essa proximidade com instituições que discutem tendências nacionais reforça a segurança de que o que é aplicado em sala de aula está alinhado ao que há de mais atual no cenário educacional. Trabalhar conectado a práticas modernas e com visão aberta para o futuro representa um investimento seguro e consistente na formação dos estudantes e nas oportunidades que eles encontrarão ao longo da vida. Confira mais sobre o evento: Instagram  Veja mais no blog: Tecnologia que humaniza | Colégio Anglo Sorocaba e INclub | Colégio Anglo Sorocaba


16 de fevereiro, 2026

Ensino Médio: como a escola apoia estudantes nessa transição

A entrada no Ensino Médio marca o início de uma fase que combina desafios acadêmicos com transformações pessoais profundas. Os três anos dessa etapa final da educação básica exigem dos jovens não apenas domínio de conteúdos mais complexos, mas também habilidades de organização, autonomia e tomada de decisão que impactarão diretamente seu futuro. Quando a instituição de ensino estrutura um processo de acolhimento e acompanhamento consistente, os estudantes conseguem navegar por essas mudanças com equilíbrio e confiança. A rotina escolar sofre alterações significativas logo nas primeiras semanas. A carga horária se amplia, os conteúdos ganham profundidade e as avaliações passam a cobrar capacidade de análise crítica e argumentação fundamentada. Além disso, os estudantes lidam com diversos professores, cada um com metodologias e critérios próprios de avaliação. Essa diversidade enriquece a formação, mas também pode gerar confusão quando não há orientação adequada sobre como gerenciar tantas frentes simultaneamente. Visitas antecipadas ao ambiente escolar, encontros de integração entre alunos veteranos e novatos, além de explicações detalhadas sobre o funcionamento da nova rotina reduzem consideravelmente a ansiedade inicial. Quanto mais familiarizado o estudante estiver com os espaços, as regras e as expectativas, menor será o impacto emocional da transição e mais rápida sua adaptação ao ritmo acelerado das aulas. Organização e métodos que sustentam o aprendizado Estabelecer uma rotina consistente representa o alicerce para lidar com o volume crescente de responsabilidades. Um espaço de estudo adequado, horários regulares para realizar tarefas e o uso de ferramentas de planejamento para acompanhar prazos de trabalhos e provas criam a disciplina necessária para o sucesso acadêmico. Instituições que orientam técnicas de estudo eficientes e ensinam o planejamento semanal das atividades capacitam os jovens a desenvolver autonomia real, transformando obrigações em hábitos produtivos. Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba, destaca que "a previsibilidade da rotina escolar permite aos estudantes concentrarem energia no aprendizado, em vez de gastá-la tentando entender o que se espera deles a cada momento". A família complementa esse trabalho ao valorizar a constância sem transformar a cobrança em pressão excessiva. Quando o jovem percebe que existe método e apoio, ganha segurança para enfrentar desafios mais complexos. Diálogo que fortalece vínculos e desempenho A adolescência traz consigo questionamentos sobre identidade, pertencimento e propósito. Mudanças de turma, convivência com colegas desconhecidos e comparações constantes podem abalar a autoconfiança. Por isso, canais abertos de comunicação entre estudantes e equipe pedagógica se tornam fundamentais. Atendimentos individuais, tutorias e momentos dedicados ao acompanhamento personalizado permitem que dúvidas sejam esclarecidas e dificuldades sejam enfrentadas antes que comprometam o desempenho. Quando o ambiente escolar transmite a mensagem de que errar faz parte do processo de aprendizagem e que buscar ajuda é sinal de maturidade, os jovens se sentem seguros para participar ativamente das aulas e explorar novos conhecimentos. Esse acolhimento transforma a relação com os estudos e fortalece a capacidade de enfrentar obstáculos com resiliência. Diferentes percursos dentro da mesma etapa O Ensino Médio busca consolidar os conhecimentos adquiridos no Fundamental e ampliar a compreensão sobre o mundo. Muitas escolas oferecem itinerários formativos e disciplinas eletivas que permitem ao estudante aprofundar áreas de interesse específico. Essa possibilidade de personalização do currículo conecta o aprendizado às aspirações individuais e às realidades do mercado de trabalho e da vida universitária. Para que essas escolhas sejam conscientes, a orientação profissional precisa começar cedo e acontecer de forma contínua. Apresentar diferentes áreas do conhecimento, explicar suas aplicações práticas e relacioná-las com as opções de vestibular e carreira ajuda os jovens a traçarem caminhos alinhados com suas aptidões e objetivos. Decisões bem fundamentadas geram mais motivação e comprometimento ao longo dos três anos. Apoio pedagógico que respeita ritmos individuais Nem todos os estudantes chegam ao Ensino Médio com a mesma bagagem acadêmica. Diferenças em leitura, interpretação de texto, raciocínio lógico e habilidades matemáticas são naturais e precisam ser reconhecidas desde o início. Avaliações diagnósticas permitem identificar lacunas e oferecer suporte direcionado por meio de grupos de reforço, monitorias e atendimento individual. Professores preparados para lidar com essa diversidade ajustam estratégias de ensino, esclarecem critérios de avaliação e fornecem devolutivas constantes que orientam o progresso do aluno. Esse acompanhamento evita que dificuldades pontuais se transformem em defasagens acumuladas e mantém a turma avançando de forma equilibrada. Integração social como base para o pertencimento A adaptação ao novo ambiente não se resume aos aspectos acadêmicos. Sentir-se parte de um grupo, estabelecer relações de confiança com colegas e professores e compreender as dinâmicas sociais da escola são elementos que influenciam diretamente o desempenho. Atividades de integração nas primeiras semanas, projetos colaborativos e trabalhos em equipe fortalecem vínculos e reduzem o isolamento. Quando o estudante encontra seu lugar na comunidade escolar, sua participação aumenta, a motivação cresce e o aprendizado se torna mais significativo. O senso de pertencimento funciona como combustível para enfrentar desafios e persistir diante das dificuldades. Avaliação transparente que ensina e orienta As formas de avaliação se tornam mais complexas no Ensino Médio. Além de provas objetivas, surgem relatórios, seminários, análises críticas e produções textuais extensas. A escola que explica claramente os critérios de avaliação e fornece exemplos de trabalhos de qualidade capacita o estudante a compreender o que se espera dele e a planejar suas entregas de forma eficiente. Avaliações contínuas e formativas permitem identificar progressos e áreas que demandam mais atenção. Quando o erro é tratado como oportunidade de aprendizado e não como fracasso, o jovem desenvolve postura reflexiva e busca constante por aprimoramento. Equilíbrio entre preparação e bem-estar A preparação para vestibulares e exames de admissão acontece naturalmente ao longo dos três anos, mas não pode ser a única preocupação. O primeiro ano deve priorizar a consolidação de hábitos de estudo e a ampliação do repertório cultural. O segundo ano pode introduzir simulados e revisões sistemáticas. O terceiro ano concentra o aprofundamento e os ajustes finais para as provas. Paralelamente, cuidar da saúde mental é indispensável. O aumento das responsabilidades pode gerar estresse, alterações no sono e quadros de ansiedade. Escolas que incentivam o equilíbrio entre estudo e lazer, orientam sobre o uso saudável da tecnologia e ensinam técnicas de gestão emocional contribuem para que os estudantes preservem o bem-estar sem comprometer o desempenho acadêmico. Tecnologia como ferramenta de aprendizagem responsável Plataformas educacionais, aplicativos de organização e recursos digitais ampliam as possibilidades de estudo e acesso à informação. No entanto, o uso responsável dessas ferramentas precisa ser ensinado. Verificar a confiabilidade de fontes, citar referências corretamente e respeitar direitos autorais são competências essenciais na era digital. A educação para o uso crítico da tecnologia fortalece o pensamento analítico e a ética acadêmica, preparando o jovem para lidar com a quantidade crescente de informações disponíveis e para produzir conhecimento de forma íntegra. Para saber mais sobre Ensino Médio, visite https://www.melhorescola.com.br/artigos/como-fazer-uma-boa-transicao-do-ensino-fundamental-para-o-medio e https://www.educamaisbrasil.com.br/etapa-de-formacao-e-series/ensino-medio


13 de fevereiro, 2026